Vagabonding

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"Adventure is worthwile"- Aesop

Viagens

Este site oferece prespetivas de alguns lugares do mundo  pelo olhar de 4 estudantes

Adelaide - Austrália

Esta cidade australiana fica localizada na costa sul do país.

No inverno é frio e húmido e no verão torna-se seco e com temperaturas muito elevadas.

“No centro a cidade está repleta de história e assim que nos começamos a afastar a cidade vai-se dissipando e encontramos um cenário de natureza densa e exímia.

Tive a oportunidade de comunicar com o povo aborígene (habitantes nativos australianos) e a experiência que retive foi de um povo aberto e acolhedor pronto a mostrar o melhor que a cultura “original” australiana .

A vida animal é algo muito presente na Austrália e isso é algo que podemos observar em toda a cidade, por exemplo todas as casas têm uma rede nas janelas e nas portas devido à vida selvagem circundante (aranhas, cobras, entre outros).

No todo acho que consegui viver uma experiência australiana visto que, estive fechado um dia inteiro em casa porque andava uma cobra de dois metros na rua ou pescar com tubarões a passar por baixo do barco.

Concluindo, a melhor experiência de todas foi conviver com koalas e kangurus.

João Lima, 20 anos -Esposende 

"Our eyes find it easier on a given occasion to produce a picture already often produced, then to seize upon the divergence and novelty of an impression" -Nietzsche

Cracóvia-Polónia

A Polónia é um país que fica situado na Europa do leste e é em parte banhada pelo mar Báltico.

O país tem uma grande herança judaica e uma arquitetura medieval.

Cracóvia é uma cidade que a meu ver é muitas vezes descartada como opção de turismo.

“A minha experiência e a minha curiosidade com a Polónia começou quando nas aulas de história falamos sobre o Holocausto, e daí em diante o meu objetivo e “sonho” era visitar os campos de concentração e extremínio de Auschwitz-Birkenau. 

Sou daqueles turistas que gosta sempre de fazer uma pequena pesquisa antes de ir para os sítios e com Cracóvia não foi exceção. Como a II Guerra Mundial era o tema e a razão pela qual estavámos a fazer aquela viagem foi essa a pesquisa que fiz. 

Com essa pesquisa aprendi bastante sobre a cidade mas quando lá cheguei fiquei abismada com a quantidade de influência alemã que ainda persiste, principalmente na arquitetura, eu ia na rua com os meus pais e parávamos para olhar edifícios e imaginá-los com as bandeiras Nazis o que em poucos segundos se tornava numa imagem bastante clara e viva. 

A gastronomia é radicalmente diferente da nossa.Durante toda a minha estada tentei fazer uma dieta 100% polaca e descobri sabores novos, uns mais interessantes que outros. 

Durante a viagem houve 2 lugares que me marcaram mais  :

    • Fábrica de Schindler- Temos de ir muito cedo ou então num grupo organizado porque senão não há bilhetes para todos; O museu em si mostra a Polónia e a cidade de cracóvia sobre o comando de Hitler e mais tarde de Estaline. Foi uma experiência incrível apesar de que gostava que o museu fosse mais centrado na história de schindler e dos judeus que salvou(apenas existe uma sala em homenagem a ele e aos judeus que acolheu)
  • Auschwitz- Birkenau: É arrebatador pensar que o ser humano é capaz de se tratar assim e colocar um outro abaixo de si pelas suas diferenças. Este foi sem dúvida o sítio que até hoje nos meus 19 anos de vida me deixou com mais nojo da humanidade . Ver toneladas de cabelo , marcas de unhas que transbordam desespero nas câmaras de gás, ver cabanas em que as mulheres, homens e crianças viviam em consições piores que miseráveis, sentir o frio e pensar ,se eu tenho frio e estou cheia de roupa imagino quem andava aqui com um simples bocado de tecido às riscas. Porém senti-me disiludida,acho que ao longo dos anos criei demasiadas expectativas do que iria sentir e ver quando fosse e apesar de me ter sentido arrebatada e de alquele lugar transbordar tristeza deparei-me com um sentimento de desilusão em mim mesma por ter criado expectativas tão altas para aqueles lugares e depois senti-me frustrada por não conseguir corresponder a isso.

Mariana Teixeira, 19 anos – Maia

"But traveler's world is not the ordinary one, for travel itself, even the most commonplace, is an implicit quest for anomaly."- Paul Fussell

Isla Marguerita-Venezuela

“Leve o seu retorno à vida! Estraga colchão! Estraga colchão!” –  

A ilha fica situada no mar das caraíbas a cerca de 40 km do território continental (nordeste)

O clima é seco e árido. As praias têm águas cristalinas e areia branca com clima quente e húmido.

A natureza é muito vasta o que a torna ótima para passeios e é o maior centro turístico na Venezuela.

“Mal aterrei a primeira sensação que tive foi um calor abrasador, o que não estava à espera pois era inverno.

Comecei por estranhar bastante aquele calor húmido, pois não é habitual em Portugal, nas primeiras noites tive bastantes dificuldades a dormir por causa do calor.

 Todos os dias volta das 17:30/18h começava a chover e chovia uns 15 minutos e depois parava e o sol voltava com toda a força

O que mais estranhei  foi como os carros circulavam nas estradas,  sem portas, todos modificados, carregados de pessoas, visto que  não existem inspeções periódicas nos veículos e a polícia também não faz caso.

Outra coisa que me fez sentir num mundo totalmente à parte foi o facto de 1L de água ser mais caro que 1L de gasóleo.

 Fiquei com a sensação que só existiam 2 classe: muito pobres e muitos ricos, mas que o classe pobre é muito acolhedora, ofereciam sempre comida  e bebida quando ia à cidade, e pareciam sempre felizes, com música alta, a cantar e a dançar na rua.

A primeira vez que me dirigi à praia reparei que todas as pessoas iam à água vestidas e eu não conseguia perceber porque, achava que eram tolos, até que tive de sofrer para perceber, as pessoas iam ao banho vestidas pois a água era tão quente que queimava o corpo.

Esta foi a minha experiência um pouco resumida na Ilha Margarita na Venezuela, acho que é um experiência pela qual todos deviam passar, pois faz-nos repensar muito o estilo de vida que levamos, as pessoas de lá são muito pobre fazem de tudo para sobreviver mas são tão felizes!”

Mariana Casal, 19 anos – Crestuma

"The use of traveling is to regulate imagination by reality, and instead of thinking how things may be, to see them as they really are"- Samuel Johnson

Cabo Verde- África

Ter ido a cabo verde (ilha da Boavista) foi muito marcante para mim, pois na altura foi a minha primeira viagem de avião e tudo foi vivido intensamente.

Fiquei uma semana alojada num hotel tudo incluído em que pude usufruir de atividades lúdicas ao ar livre nomeadamente na piscina, como dança e polo aquático e no mar, em que tive oportunidade de fazer scuba diving.

O dia mais memorável foi o último, em que fomos para o centro da cidade e tivemos oportunidade de presenciar a cultura e ter contacto com os habitantes onde tiramos fotos, compramos lembranças nas lojas locais e até fizemos tererés . Foi possível observar um grande contraste cultural, sobressaindo claramente a pobreza que lá existe, e apesar das crianças se terem mostrado muito afáveis e disponíveis para conversar, se há coisa que me lembro de sentir é uma sensação de vazio naquelas ruas, o silêncio gritante daquela zona.  

 Catarina Pinto , 18 anos – Gaia

"Travel is fatal to prejudice, bigotry and narrow-mindedness" - Mark Twain